consciência

Falamos muito em conhecimento e realmente até agora o saber criou diferenciais no mercado profissional. O saber é um valor, e agora precisa vir acompanhado do entender  porque e do fazer. O conhecimento por si só deixa de ser o maior diferencial na era digital. Estamos na era da consciência, é ela que permeia a cultura global da próxima década.

Quando falamos em consciência, imaginamos algo superior, ligado à moral, à esoterismo ou religião e a pessoas evoluídas. Gosto de ilustrar a tomada de consciência com a retirada dos véus que obstruem nossa visão intuitiva sobre como a vida e os eventos realmente são: um instrumento perfeito e orquestrado em tons diferentes que nos proporciona a oportunidade individual e coletiva de evoluir. (leia o artigo Competência Espiritual – A busca pelo propósito)

À medida que a experiência de estar vivo progride, nossa atenção seletiva aumenta e os véus vão caindo, um a um, de tempos em tempos, e conseguimos ver o que sempre esteve lá mas a distração e os ruídos imaturos não nos deixaram ver. Passamos para o status de observadores da vida.

A transformação da era 4.0 é tão complexa e intensa, que praticar o desapego fortemente e treinar nossa mente para um estado de atenção e presença contínuo é condição de sobrevivência. Nada de relevante acontece enquanto estamos distraídos com as coisas do dia a dia ou com as ilusões temporárias da vida. (leia o artigo Mindfulness: a mente de nossos líderes)

As novas competências serão desenvolvidas naturalmente com o uso de novas metodologias e com a entrada do mundo digital. Ser digital exige desenvolvimento de novas competências naturais, como a criatividade, por exemplo. (leia o artigo O Impacto da Inteligência Artificial nas profissões do futuro)

O conhecimento estará cada vez mais abundante e à disposição de todos. Empresas precisam olhar para o planeta e para as demandas da sociedade. Nós precisamos olhar para dentro, para descobrir nossa identidade original e essencial  e encarar o trabalho interno de desconstrução do sórdido jogo que nos aprisiona : o mundo do que temos ser desenhado com parâmetro dos outros.

O que você precisa ser não importa! O que você quer ser? Como quer viver? Como pode contribuir com sua espécie colocando seus talentos à serviço do mercado e monetizando de forma que possa levar uma vida digna e realizada? O que precisa para fazer a s escolhas e renúncias que levarão você para o seu futuro desejado.

Aprender todos os dias por diferentes canais passou a ser rotina, e o saber em todas as dimensões nunca será descartável. Nos tornaremos generalistas com especificidades momentâneas. O formato especialista dará lugar à autoridade para falar sobre um assunto e ao mesmo tempo ter a capacidade de ser transversal e multifacetado.

Não somos um indivíduo único durante nossa existência, nem temos uma única personalidade pré-determinada. Temos identidade essencial, talentos natos e habilidades que vamos desenvolvendo a cada ciclo de vida. Preparar-se para o futuro exige requalificação sem dúvida, e ela começa pelas perguntas básicas que servirão como pilares para sua jornada do presente para o futuro: quem é você, o que você faz nesta passagem e que impacto você causará em seu mundo? (Leia o artigo O Mundo do Futuro)

Tome consciência de que as reais forças de mudança do mundo não estão na tecnologia e na inovação, que são ferramenta e consequência. Aumento da consciência coletiva é uma das forças impulsionadoras do novo mundo. Por onde está a sua consciência? Ressignifique seus conceitos e foque a lente no que é realmente o ponto de mudança.

 

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